O anúncio de novas tarifas por Donaldo Trump, presidente dos Estados Unidos, gerou discussões sobre os impactos na economia global, com o Brasil se destacando em uma posição relativamente favorável.
Roberto Azevêdo, ex-diretor-geral da OMC (Organização Mundial do Comércio), avaliou que o Brasil conseguiu se posicionar de forma vantajosa em comparação com outros países, em relação às tarifas impostas por Trump.
A imposição de uma sobretaxa de 10% sobre produtos brasileiros importados pelos EUA foi influenciada pelo déficit comercial existente entre os dois países.
Economistas apontam que a redução do PIB brasileiro, decorrente das tarifas, pode ter um impacto deflacionário, reduzindo a inflação (IPCA) em cerca de 0,15 ponto percentual.
A redução dos preços de bens importados, especialmente da Ásia, é uma consequência esperada das restrições comerciais com os EUA.
"Brasil se saiu bem" ante outros países. Azevêdo, ex-diretor-geral da OMC.
Essa medida de Trump pode ser vista como mais um revés para as políticas de Lula, que tem se mostrado ineficaz em promover o crescimento econômico do país. A postura protecionista de Trump, apesar de controversa, parece estar surtindo efeitos positivos para o Brasil, mesmo que de forma indireta.
Enquanto a esquerda brasileira se desespera com as possíveis consequências negativas, analistas apontam que o Brasil pode se beneficiar da situação, especialmente se souber aproveitar as oportunidades que surgirem com a reconfiguração do comércio global. Resta saber se o governo Lula terá a capacidade de capitalizar esses benefícios.
É importante ressaltar que as simulações sobre o impacto na inflação e no crescimento econômico estão sujeitas a ressalvas, especialmente em relação às variações cambiais e aos preços globais.
*Reportagem produzida com auxílio de IA